![]() | "Outros combates virão. Haja o que houver, estaremos juntos. Pelos valores da esquerda, pela democracia, pelo Estado social, pela liberdade e pela igualdade." Manuel Alegre |
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | [JN, 27-01-2012] | 0 comentários Notícia Alegre considera que a extinção de feriados não resolve os problemas de competitividade. «Nós não somos escravos», argumenta [16-12-2011] | 0 comentários Notícia Portugal 2011 SIC Noticias Alegre defende que Cavaco "expresse a sua opinião própria" em relação às medidas que o País enfrenta [SIC Noticias, 20-11-2011] | 0 comentários Manuel Alegre entende que o Presidente da República, Cavaco Silva, não pode deixar que as alterações que o Governo pretende fazer em áreas como a Saúde ou a Educação violem a Constituição. Entrevistado na SIC Notícias, o socialista diz esperar que Cavaco expresse a sua opinião própria em relação às medidas que Portugal vai enfrentar. ![]() Notícia Ex-candidato presidencial salientou contudo que compreende a decisão do PS se abster na votação [Lusa, 05-11-2011] | 0 comentários Notícia As duas centrais sindicais chegaram a acordo e vão convocar para "muito em breve" uma greve geral. A data será anunciada quarta-feira. [JN, 19-10-2011] | 1 comentário Notícia Manuel Alegre O ex-candidato a Presidente da República advertiu que o PS não deverá caucionar a proposta de Orçamento do Estado para 2012. [Lusa, 18-10-2011] | 0 comentários Notícia A SPA vai programar várias iniciativas de homenagem a José Niza PRESIDENTE DA SUA ASSEMBLEIA GERAL DESDE 2003 [SPA, 11-10-2011] | 0 comentários A Direcção e a Administração da Sociedade Portuguesa de Autores manifestam o seu mais profundo pesar pela morte, hoje, dia 23 de Setembro, do cooperador José Niza, presidente da mesa da Assembleia Geral da cooperativa desde Setembro de 2003, com mandatos renovados para essa função em Novembro de 2006 e em Dezembro de 2010.
![]() Notícia O objectivo para este ano só é alcançável com medidas extraordinárias e em 2012 dificilmente haverá medidas extraordinárias que possam camuflar o fracasso desta política [Jorge Bateira, iOnline, 06-10-2011] | 0 comentários A notícia de que o défice orçamental estimado pelo INE para o primeiro semestre do ano já representa, em valor absoluto, 70% do valor previsto para a totalidade do ano foi a mais importante da semana passada. Como seria de esperar, o governo, os seus parlamentares e os comentadores que têm lugar cativo no espaço nobre das televisões, todos se mostraram surpreendidos. No entanto, um mínimo de discernimento deveria ter obrigado esta gente a pedir informação específica sobre a evolução da receita e da despesa. O facto de as notícias não dizerem nada sobre a variável que nenhum governo controla – as receitas resultam do funcionamento da economia – é um indício de que a recessão está a sabotar os planos do governo. Daí o imediato anúncio de medidas extraordinárias.
![]() Opinião Manuel Alegre [Manuel Alegre, DN, 04-01-2012] | 0 comentários É difícil não estar de acordo com a mensagem do PR, mas também é difícil estar de acordo com o facto de ele não ter feito o que devia fazer, depois de ter andado a dizer o que disse, nomeadamente sobre os cortes de salários, pensões e subsídios de férias e de Natal dos funcionários públicos. A escolha de uma categoria profissional para a aplicação de tais medidas foi considerada pelo PR como um imposto e uma violação da equidade. ![]() Opinião [Manuel Alegre, DN, 21-12-2011] | 0 comentários "Neste país em diminuitivo / Respeitinho é que é preciso" . Assim escreveu Alexandre O’Neill, assim continua a ser. O pecado de Pedro Nuno Santos foi esse: marimbou-se no respeitinho, não tanto pelos bancos alemães, nem pelo pagamento ou não da dívida, mas pelo dogma dominante. Marimbou-se, terrível heresia de linguagem, susceptível de conduzir a outras bem mais graves. Marimbou-se, expressão que podia ser escrita (ou dita) por Aquilino ou Torga, e é utilizada na fala corrente, pelo menos no distrito de Aveiro, onde, pelos vistos, ainda não entrou aquilo a que Sophia chamava “o capitalismo das palavras” e onde, talvez não por acaso, ocorreu a primeira revolta liberal contra o absolutismo miguelista. ![]() Opinião Manuel Alegre [Manuel Alegre, DN, 08-12-2011] | 0 comentários Miguel Torga e Natália Correia tinham razão, quando avisaram que a Europa, tal como estava a ser construída, iria desembocar no triunfo do poder financeiro e no imperialismo de um novo eixo franco-germânico. Ele aí está, com Sarkozy a fazer o papel de capitulacionista e Merkel a realizar o sonho de uma certa Alemanha: dominar a Europa. ![]() Opinião Portugal está em crise devido às políticas da troika. A esquerda que se opõe a elas está também em crise. Precisamos de uma nova esquerda, com a ambição de governar o país [Jorge Bateira, Jornal i, 04-12-2011] | 0 comentários Há poucas semanas, jornalistas e comentadores do horário nobre regozijavam--se com as decisões da cimeira da UE. Uns sem preparação técnica, outros cegos pela ideologia neoliberal, todos acreditavam que finalmente a especulação com a dívida pública dos países malcomportados tinha os dias contados. Sem pensamento crítico, aplaudem agora a intervenção do BCE nos termos de um verdadeiro banco central, a emissão de dívida europeia conjunta e solidária e a criação de um governo económico europeu que, de uma vez por todas, imponha aos estados-membros a disciplina orçamental. Ainda não perceberam o essencial. ![]() Opinião Não percebo esta lógica de que o Estado tem de estar ao serviço das empresas financeiras e do seu lucro [São José Almeida , Público.pt, 19-11-2011] | 1 comentário Podemos sempre considerar que a lógica é uma batata, mas, por mais absurda que ela possa parecer, gosto de tentar perceber a lógica das coisas. E há situações perante as quais me sinto com necessidade de pedir que me expliquem como se fosse a uma criança. Uma dessas situações de absoluta perplexidade foi-me provocada ao ler o destaque do PÚBLICO do passado sábado, onde a jornalista Cristina Ferreira apresentava um trabalho sobre a pressão dos banqueiros portugueses para fazer cair a exigência do Governo para que haja regras no acesso ao financiamento através do fundo de recapitalização de 12 mil milhões de euros, incluso no empréstimo de 78 mil milhões de euros, que foi possibilitado pelo acordo com a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional. ![]() Opinião [Jorge Bateira, http://ladroesdebicicletas.blogspot.com, 04-11-2011] | 0 comentários Nas televisões a pergunta tornou-se um ritual: mas há alternativa? Em causa está o unânime reconhecimento de que o governo impõe ao país uma política cruel em nome da vaga esperança de que um dia a economia voltará a crescer sem novo endividamento. E, à boleia da austeridade selvagem e inútil, o governo aproveita a oportunidade para reconfigurar a sociedade portuguesa segundo o modelo neoliberal anglo-saxónico sem que o país tenha voto na matéria. Pois bem, a minha resposta é “Sim, há alternativa”. ![]() Opinião Manuel Alegre Artigo de Manuel Alegre no DN [Manuel Alegre, DN, 04-11-2011] | 0 comentários A Europa está ameaçada, não pelo anúncio do referendo grego, mas pela ausência de democracia e solidariedade, pela deriva de um directório sem mandato nem legitimidade (como sublinhou, em Florença, Cavaco Silva), pela impotência da Comissão Europeia e por políticas, comandadas pela Alemanha, que provocam recessão, desemprego, empobrecimento, destruição do modelo social e desvalorização do mundo do trabalho. ![]() Opinião [BAPTISTA-BASTOS , DN, 29-10-2011] | 0 comentários Que nos aconteceu para nos acontecer esta gente? Claro que esta gente é a soma de numerosas parcelas de indigência política, que fomos adicionando a uma espécie de esperança renovada de cada vez que o Governo mudava. Tínhamos perdido a fé na ideologia, negligenciando que outra ideologia seria a substituta da que perdêramos. Fé. Isso mesmo. Entráramos nos domínios do irracional. A consciência das nossas derrotas acentuou o oportunismo de muitos. Sabemos quem são. Estão nos jornais, nas televisões, nas grandes empresas, na política. O geral está subordinado ao individual, e implica que os comportamentos ou o escrúpulo de cada um sejam determinados pelas rígidas referências da nova ideologia. ![]() Opinião Basta pôr os olhos na Grécia para perceber o caminho a que estamos a ser conduzidos [São José Almeida, Público.pt, 22-10-2011] | 0 comentários Por que é que o Governo não lança o debate sobre os benefícios para o sistema económico e financeiro do regresso de formas de trabalho escravo? Com o ritmo despudorado com que o poder político está a queimar etapas na persecução do objectivo de baixar o nível de vida das populações europeias, por que não avançar mais rápido ainda e discutir já o interesse e a possibilidade de uso de formas de trabalho não remunerado? Se estão convencidos de que têm força suficiente para fazer regredir a história e o objectivo é retirar os direitos dos trabalhadores e o nível de vida atingido na Europa com o pacto social que adveio à Segunda Guerra Mundial, então por que não avançam ainda mais rápido? ![]() Opinião Estas medidas têm várias características. Primeiro, radicam num profundo ódio ideológico aos servidores públicos [André Freire, Público.pt, 18-10-2011] | 0 comentários O primeiro-ministro anunciou aquilo que, quando foi a votos, sempre tinha dito que não faria: eliminação dos subsídios de férias e Natal dos servidores públicos e dos pensionistas, em 2012 e 2013; eliminação das progressões de carreira dos servidores públicos; aumento de meia hora de trabalho diário para os trabalhadores do privado; fim das deduções em matéria de saúde e educação, para os dois escalões superiores do IRS, reduções substanciais para os outros; aumentos vários de impostos, sobretudo IRS e IVA: poupando em regra o capital; cortes a triplicar, face ao previsto no acordo com a troika, na saúde e educação (públicas). ![]() Opinião Manuel Alegre [Manuel Alegre, 18-09-2011] | 0 comentários António José Seguro colocou em cima da mesa o tema do federalismo. Vamos então debater, sem complexos nem tabus. Importa saber do que se trata, até porque o federalismo vai muito para além dos eurobonds, da harmonização fiscal e da governação económica da zona euro. E também porque, ao contrário dos EUA, a Europa é constituída por nações antigas, com uma grande diversidade de línguas, identidades e culturas. Não é algo que se dissolva. ![]() Opinião [07-09-2011] | 1 comentário O então capitão Varela Gomes, que chefiou, em 1961, o assalto ao quartel de Beja, durante o qual foi gravemente ferido, diria mais tarde no seu julgamento que Salazar “continuava no poder a profissão do pai: feitor dos ricos”. Não pude deixar de me lembrar desta expressão quando Warren Buffet veio dizer que não queria continuar a ser mimado com o excesso de isenções fiscais que beneficiam os mais ricos e pediu para fazerem o favor de lhe aumentarem os seus impostos, no que foi seguido por cerca de trinta dos detentores das maiores fortunas de França. Não para que, ao contrário do que parece ter entendido o nosso governo, se sobrecarregassem aqueles que já estão com a corda ao pescoço, mas sim os mais ricos, sistematicamente protegidos, aqui e em outros países ocidentais, por opção ideológica dos respectivos governos. ![]() |
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