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![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | Santos Silva "não tem estatuto" para afastar Manuel Alegre do PS [JN, 06-02-2009] | 3 comentários Manuel Alegre criticou a forma como Santos Silva se referiu à oposição e às questões internas do PS. O histórico dirigente socialista recusou que essas palavras possam contribuir para o seu afastamento do partido. "O dr. Santos Silva não tem estatuto no Partido Socialista para me poder fazer afastar ou aproximar do PS. Tal como o Edmundo Pedro, eu sou uma referência para o PS, para o seu eleitorado, muito grande, como se viu nas eleições presidenciais", afirmou Manuel Alegre, questionado pela Agência Lusa.
Confrontado com estas declarações do ex-candidato presidencial, Santos Silva disse "concordar em absoluto". "Comparado com o Manuel Alegre, com a sua história, com o seu futuro, sinto-me um pigmeu à beira de um gigante", afirmou, em declarações à Lusa. Em relação às críticas de Alegre, Santos Silva não teme que signifiquem um afastamento do partido, antes "pelo contrário". "Prezo suficientemente a democracia para saber o que é um debate vivo e leal. Não abdico do meu direito de exercer o debate e a crítica política, da mesma forma que reconheço ao Manuel Alegre o direito de criticar tudo o que acha criticável, no partido e no mundo", disse. "Esse debate só enriquece o PS", acrescentou Santos Silva. Na quarta-feira à noite, numa sessão de apresentação da moção de José Sócrates ao Congresso do PS, o dirigente socialista (e ministro dos Assuntos Parlamentares) Augusto Santos Silva disse gostar de "malhar na direita", deixando também críticas aos partidos à esquerda do PS. "Eu cá gosto é de malhar na direita, e gosto de malhar com especial prazer nesses sujeitos e sujeitas que se situam, de facto, à direita do PS. São das forças mais conservadoras e reaccionárias que eu conheci na minha vida, e que gostam de se dizer de esquerda plebeia ou chique. Refiro-me, obviamente, ao PCP e ao Bloco de Esquerda", afirmou Santos Silva, que se referiu às questões internas do partido como "minudências". Na mesma sessão, o histórico militante socialista Edmundo Pedro disse haver no PS quem não se pronuncie por medo, palavras que mereceram o elogio de Manuel Alegre. "Em primeiro lugar queria dizer que a atitude do meu camarada Edmundo Pedro, com os seus 90 anos, é um exemplo para aqueles que se calam por oportunismo, por conveniência, por medo. É uma grande lição", elogiou Alegre, sublinhando que a discussão da situação interna do partido "não são minudências". Por outro lado, o dirigente socialista lamentou o tom usado por Santos Silva numa reunião partidária aberta. "Não tem a ver com a nossa cultura, nós combatemos politicamente, em democracia não há inimigos, há adversários, não é normal numa reunião política daquela responsabilidade vir falar numa linguagem daquelas, é uma questão de educação mas é também de formação política", considerou. Também à Lusa, Santos Silva salientou que, na reunião de quarta-feira, saudou as três moções socialistas e atacou "politicamente a direita, o PCP e o BE", como "uma linguagem própria de quem está numa reunião partidária". "Disse que numa sessão aberta, como era aquela, não iria tratar de questões de governança interna do partido", afirmou o também ministro dos Assuntos Parlamentares. [3] SS Provocador Eduardo, 2009-02-06 18:49:24 Este senhor SS é um provocador, e mais, será que utilizando uma linguagem "Estalinista" nos quer convencer que é de esquerda ?
Não é, porque se fosse já tinha feito algumas críticas ao chefe, mas não, sai sempre em defesa do chefe e muito exaltado, e isto acontece a quem não tem razão, este é o que se chama um fiel escudeiro. Mas do SS não podemos esperar nada de bom, é preciso não esquecer que ele já teve o seu tempo e a oportunidade de provar o que vale, e não provou nada, ou será que já ninguém se lembra que este senhor foi Ministro da Educação. Teve a coragem, penso eu, ou então foi no gozo, este homem é muito sarcástico, de dizer que não se comparava a Manuel Alegre, lá isso é verdade, está a anos luz de distância, o passado do SS não tem nada a ver com o do Manuel Alegre. É pena, mas a verdade é que estamos entregues a este tipo de gente, e que fazer para mudar???? [2] Destrui para Reconstruir ANTÓNIO MADEIRA, 2009-02-06 17:55:17 Destruir para reconstruir. Portugal um país corrupto, a corrupção vem de cima para baixo tal qual a chuva. Partidos, empresas, Estado, gestores, lideram pelo medo. Medo de não ascender a um lugar, a um cargo, de não ter carreira, de perder o emprego. A cultura do medo é coma erva daninha. Políticos, gestores, chefes pretendem destaque e protagonismo para ascender, prova que a melhor ferramenta é o medo, manter o servilismo, bajulação, obediência. Estamos na era do "sim, sim", "à pois, pois", opiniões só depois do chefe falar a dele. Este modelo é a contrariedade da discussão aberta de ideias, da evolução em ordem ao crescimento estruturado da política, empresas e Homens. É urgente a ruptura desta cultura enraizada na nossa sociedade e que floresce qual planta na Amazónia. Destruir, é necessário destruir esta cultura que corta a liberdade de pensamento de ideais do nosso próprio ser. Opinem, contrariem construtivamente as ideias pré-concebidas. Cortem radicalmente com os fantoches do modelo. Se cada um o fizer estaremos todos a contribuir para a destruição do modelo que não serve a sociedade, não gera mais valia, não gera riqueza. A reconstrução virá naturalmente no seguimento da destruição do modelo. Coragem para não ter medo de denunciar as práticas do servilismo. É preciso libertinagem linguística para desmascarar os feudos. Irreverência para acabar com as más práticas da gestão por capatazes, dos bufos. Divulguem e apontem aqueles que são do modelo. Trabalhadores, estudantes, povo, é preciso dizer BASTA e acabar com essa classe do modelo criado por alguns que necessitam de quem os alimente no seu ego e protagonismo.
Viva a República livre e despida de preconceitos. Lutem por uma sociedade normal, justa, com oportunidades iguais para todos, sem sujeição ao modelo do medo. [1] Entre Excelências e Minudências... Maria Amélia Campos, 2009-02-06 17:24:25 Entre excelências e minudências, há os medrosos, os “ordenanças”, os bonecos articulados, os euzébiozinhos que caem das pernas abaixo ao primeiro empurrão. Não há dúvida de que, para esses, as pessoas frontais e corajosas como Manuel Alegre, são um engulho, um empecilho aos “sonhos dourados” de figurante que, no desespero de um papel principal, se penduram em tropos e armadilhas retóricas, por elas descendo ou subindo, conforme lhes dá mais jeito.
Abolir ou negar a problemática das coisas, à espera que ela cai por si ou desapareça, acabará por contaminar vontades e estiolar o pensamento. E isto surge justamente quando mais falta fazem os construtores de utopias, que se esforçam por introduzir na sociedade um colectivo portador de futuro e de esperança. Como foi possível chegarmos até aqui |
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