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![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | Manuel Alegre Execução orçamental "está a ser cumprida" [Público.pt, 11-01-2011] | 0 comentários Manuel Alegre comentou esta tarde, em Portimão, as declarações de José Sócrates na conferência de imprensa desta manhã, notando que "os resultados demonstram que a execução orçamental está a ser cumprida e que os juros da dívida já baixaram".
E, corroborando a afirmação feita por Sócrates, de que Portugal não irá pedir ajuda externa à União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional (FMI), pediu a "todos os responsáveis políticos" para "colocarem o "interesse nacional" "acima da impaciência política e de cálculos eleitoralistas". Ainda neste contexto, lembrou as palavras de Marcelo Rebelo de Sousa, anteontem na TVI, sobre "uma parte da direita que suspira" pela entrada do FMI em Portugal: "Uns têm impaciência para chegar ao poder; outros querem a intervenção para aplicar um programa que não têm coragem de propor aos portugueses."
Apesar de Cavaco Silva recusar comentar o desafio de Alegre - que ontem sugeriu a interrupção da campanha para que o Presidente da República pudesse "fazer diligências junto de chefes de Estado e entidades europeias" -, o candidato insistiu no apelo a Cavaco para que "esclareça os mercados e as entidades europeias de que esta subida de juros da dívida é artificial". E avisou: "[Esta subida] tem objectivos políticos que [Cavaco] não pode ignorar: forçar Portugal a recorrer ao FMI". Assim, continuou, Cavaco Silva não pode "continuar a ter uma atitude passiva, abdicativa, que não beneficia Portugal". Porque a eventual entrada do FMI em Portugal "não vai resolver nada, como não resolveu na Grécia e na Irlanda". E exortou o país, os partidos políticos e sobretudo o Presidente a "resistir": "Temos de resistir com todas as nossas forças. É o dever de todas as forças políticas. Em primeiro lugar do Presidente da República, que agora é candidato." |
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