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![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | Manuel Alegre [Anabela Mota Ribeiro, Jornal de Negócios, 27-04-2012] | 0 comentários "Portugal, país de poetas" é uma frase feita. Nem por isso falsa. Para que serve a poesia quando falta o pão? Manuel Alegre é um poeta e um político que se candidatou duas vezes à presidência da República.
Além de tribuno e resistente, de voz tonitruante. Toda a gente se lembra da primeira candidatura, em 2005, quando conquistou cerca de um milhão de votos. ![]() [Manuel Carlos Freire, DN, 26-04-2012] | 0 comentários O histórico socialista Manuel Alegre respondeu indiretamente esta quarta-feira às críticas do primeiro-ministro a quem, como ele e Mário Soares, decidiram não participar nas comemorações oficiais da 'revolução dos cravos': "Ele ainda não tinha nascido e já havia quem conhecesse a cadeia, o exílio e a deportação".
![]() [24-04-2012] | 0 comentários As mãos
Com mãos se faz a paz se faz a guerra. Com mãos tudo se faz e se desfaz. Com mãos se faz o poema – e são de terra. Com mãos se faz a guerra – e são a paz. Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra. Não são de pedras estas casas mas de mãos. E estão no fruto e na palavra as mãos que são o canto e são as armas. E cravam-se no Tempo como farpas as mãos que vês nas coisas transformadas. Folhas que vão no vento: verdes harpas. De mãos é cada flor cada cidade. Ninguém pode vencer estas espadas: nas tuas mãos começa a liberdade. Manuel Alegre, O Canto e as Armas, 1967 ![]() Manuel Alegre na apresentação de “Nada está escrito”: [www.manuelalegre.com, 17-04-2012] | 0 comentários “Cada poema que se escreve é uma derrota da indigência, seja ela cultural, ética, política ou mesmo literária” afirmou ontem Manuel Alegre, respondendo à pergunta de Hélia Correia, “para que servem os poetas em tempo de indigência?”. A apresentação do livro “Nada está escrito” foi o pretexto para a leitura, por Manuel Alegre, de um verdadeiro manifesto poético, lido com comoção perante uma sala apinhada de gente que o foi ouvir na Livraria Buchholz, ontem à tarde.
![]() Entrevista a Manuel Alegre [Susana Barros, Antena 1, 17-04-2012] | 0 comentários Nesta conversa com a jornalista Susana Barros, o antigo candidato presidencial mostra-se preocupado com o mundo, afirma não sentir falta da Assembleia da República e que escolheu agora a poesia como resistência. Manuel Alegre analisa também a liderança do PS e por fim declama um poema "A balada dos aflitos", poema que abre o seu novo livro e que é dedicado à Troika. ![]() Novo livro de poesia de Manuel Alegre [http://www.manuelalegre.com, 15-04-2012] | 0 comentários Manuel Alegre lança o seu novo livro de poesia, intitulado “Nada está escrito”, na próxima segunda-feira, dia 16, pelas 18.30, na Livraria Leya na Buchholz, na Rua Duque de Palmela, nº 4, em Lisboa. O livro, uma edição das Publicações Dom Quixote, será apresentado por Frederico Lourenço, seguindo-se leitura de poemas.
![]() [Público.Pt, 13-04-2012] | 0 comentários |
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