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![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | Dívida Relatórios do Banco de Portugal e do INE mostram que dívidas destas famílias pesam pouco para os bancos [Bruno Faria Lopes, Jornal i, 26-05-2012] | 0 comentários Mais de 521 mil famílias portuguesas enfrentam uma taxa crítica de esforço financeiro para cumprirem os pagamentos das dívidas aos bancos, revela um inquérito à situação financeira das famílias publicado ontem pelo Banco de Portugal e pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). É a este universo de portugueses – que vale 13% do total de agregados familiares estimado pelo INE – que se dirigem as propostas de reestruturação de créditos hipotecários apresentadas pelos partidos políticos (ver ao lado). ![]() Construção Civil. Sector empregava 600 mil pessoas em 2010, 450 mil em 2011 e vai chegar ao final do ano com 250 mil [Rita Dantas Ferreira, Jornal i, 24-05-2012] | 0 comentários Assiste-se a uma redução do investimento público sem precedentes. Nos primeiros três meses de 2012 apenas foram lançados 457 concursos públicos, o que representa uma queda de 19% face ao mesmo período do ano anterior. No que diz respeito a adjudicações, de acordo com a Associação das Indústrias da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), registaram-se 859 concursos públicos adjudicados, o que representa uma queda de 20% em termos homólogos. ![]() [Maria Lopes, Publico.pt, 24-05-2012] | 0 comentários Manuel Alegre no programa Avenida da Liberdade: [manuelalegre.com, 24-05-2012] | 0 comentários “A vitória de Hollande abriu uma brecha”, afirmou Manuel Alegre no programa mensal Avenida da Liberdade, em que debateu com Bagão Félix temas da actualidade. “Até a senhora Merkel já fala em crescimento”, acrescentou, salientando: “Bem sei que há uma distância entre as palavras e os actos, mas as próprias palavras já querem dizer alguma coisa”. “Estas receitas estão erradas. Todos os problemas estão a ser agravados” disse ainda Manuel Alegre, que defende uma reorientação na Europa. ![]() Paul Krugman está convencido que os gregos vão sair do euro mas acredita na recuperação do país apesar do primeiro ano terrível [Giuliana Diaz, Jornal i, 21-05-2012] | 0 comentários O prémio Nobel da Economia, Paul Krugman, comparou ontem, numa conversa na internet com os leitores para promover a sua última obra “End This Depression Now”, que a saída inevitável da Grécia do euro será um pouco como a da Argentina em 2001, quando esta abandonou a paridade da sua moeda com o dólar que mantinha desde o princípio dos anos 90 quando precisou de combater a hiperinflação. ![]() [Lusa, 21-05-2012] | 0 comentários Mario Draghi veio ontem pela primeira vez falar da “forte preferência” pela manutenção da Grécia na moeda única [António Rodrigues, Jornal i, 17-05-2012] | 0 comentários “Embora o Banco Central Europeu (BCE) continue a cumprir o mandato de manter a estabilidade de preços a médio prazo, em consonância com as disposições dos tratados e preservando a integridade do nosso balanço, quero afirmar que a nossa forte preferência vai para que a Grécia continue na zona euro”, disse ontem o presidente da instituição, Mario Draghi. No dia em que decidiu deixar de garantir mais liquidez a alguns bancos gregos, por considerar que não foram recapitalizados como deveriam, o BCE veio mostrar-se favorável à continuação dos gregos na moeda única. Mesmo assim, o euro caiu face ao dólar e os receios mantêm-se. ![]() França [Victor Ferreira, Publico.pt, 15-05-2012] | 0 comentários O novo Presidente francês, François Hollande, quer pacificar a França e reuni-la em torno de valores comuns, com destaque para a justiça. E a justiça, destacou o homem eleito a 6 de Maio pelos franceses, "está na repartição de esforços". Hollande tomou posse nesta terça-feira, no Palácio do Eliseu, em Paris. ![]() [Isabel Gorjão Santos, Público.pt, 15-05-2012] | 0 comentários Paul Krugman: [14-05-2012] | 0 comentários Paul Krugman traça um cenário sombrio para a Europa nos próximos tempos. A começar logo pela Grécia. O Nobel da Economia dá um mês para que Atenas saia do euro.
Enumerando alguns dos pontos quentes que vão estar na agenda europeia, depois de ter analisado os temas com algumas pessoas que não cita, o especialista expõe, no seu blogue, a previsão de uma «saída da Grécia do euro, muito possivelmente no próximo mês». ![]() Sondagem revela que se forem convocadas novas eleições, o partido vencedor seria o Syriza, a coligação de esquerda radical que está contra o acordo com a troika e a austeridade [ Giuliana Diaz, Jornal i, 11-05-2012] | 0 comentários No meio do caos político, os líderes gregos continuam a ser incapazes de formar um governo de coligação que evite repetir as eleições daqui a pouco mais de um mês. Para agravar a situação, a troika condiciona a entrega do dinheiro empréstimo acordado à nomeação de um governo que se proponha seguir as políticas do FMI, União Europeia e do BCE. ![]() [LUSA, 10-05-2012] | 0 comentários Para o histórico socialista as eleições em França e na Grécia traduzem-se numa clara derrota da política de austeridade de Angela Merkel, a que os eleitores dos dois países puseram fim. [TSF, 08-05-2012] | 0 comentários No rescaldo das eleições em França e na Grécia, Manuel Alegre afirmou, em declarações à TSF, que «o que se acabou foi esta hegemonia ideológica e cultural que tem este pensamento único, esta ideia de que só há um caminho, de que a austeridade é uma fatalidade e que não há outras soluções, (...) como se houvesse um estado maior e ideológico a fazer-nos uma lavagem ao cérebro. Isso acabou».
![]() C’est fini, Sarkozy Sondagens davam entre 51,8% e 52% dos votos ao candidato socialista – que já terá ligado a Angela Merkel [Joana Azevedo Viana, Jornal i, 07-05-2012] | 0 comentários Na UGT já há sindicalistas que acham que está na altura de romper o acordo com o governo [Kátia Catulo, Jornal i, 02-05-2012] | 0 comentários Ao chegarem os primeiros à Praça dos Restauradores, Lisboa, partiam os últimos do Largo do Martim Moniz. Foi o mais perto que estiveram as duas centrais sindicais. Não é certamente novidade ver a UGT e a CGTP-IN com desfiles diferentes no 1.o de Maio, mas fará sentido esta divisão quando juntos poderiam ser muitos mais? “Lutamos pelo mesmo”, defende Marina Martins, assistente técnica numa escola básica de Portalegre. Mais emprego, pensões, educação ou saúde, é isso que “todos querem” e que as “políticas de austeridade retiraram”, conclui a filiada no Sindicato dos Trabalhadores de Escritório (UGT).
![]() Poema de Manuel Alegre [01-05-2012] | 0 comentários Irmãos humanos tão desamparados
a luz que nos guiava já não guia somos pessoas - dizeis - e não mercados este por certo não é tempo de poesia gostaria de vos dar outros recados com pão e vinho e menos mais valia. Irmãos meus que passais um mau bocado e não tendes sequer a fantasia de sonhar outro tempo e outro lado como António digo adeus a Alexandria desconcerto do mundo tão mudado tão diferente daquilo que se queria. Talvez Deus esteja a ser crucificado neste reino onde tudo se avalia irmãos meus sem valor acrescentado rogai por nós Senhora da Agonia irmãos meus a quem tudo é recusado talvez o poema traga um novo dia. Rogai por nós Senhora dos Aflitos em cada dia em terra naufragados mão invisível nos tem aqui proscritos em nós mesmos perdidos e cercados venham por nós os versos nunca escritos irmãos humanos que não sois mercados. Manuel Alegre ![]() [Carlos Pessoa, Público.pt, 01-05-2012] | 0 comentários Carácter forte, honestidade radical, suavidade e elegância amenas. Tão amenas que devem ser recordadas com os olhos enxutos, disse Paulo Portas sobre o irmão, Miguel, na homenagem pública em memória do eurodeputado e fundador do Bloco de Esquerda (BE) que decorreu neste domingo à tarde no jardim de Inverno do Teatro S. Luiz, em Lisboa.
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