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![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | Manuel Alegre ao Expresso A propósito do novo livro "Sete Partidas" [Alexandra Carita, Expresso, 30-06-2008] | 0 comentários Se o infante D. Pedro não tivesse morrido na Batalha de Alfarrobeira o rumo social e político do país poderia ter sido bem diferente. É esta a “tese” que Manuel Alegre defende no exercício poético “mais complexo” que desenvolveu até hoje. O livro chama-se “Sete Partidas” e é lançado dia 9 de Julho pela chancela das Edições Nelson de Matos. Trata-se de um inédito que o poeta publica fora da D. Quixote, agora integrada no Grupo Leya, naquilo a que chama “uma homenagem ao grande editor” com quem trabalhou mais de 20 anos. Sendo ainda uma forma de mostrar que há outros caminhos editoriais além das grandes concentrações. ![]() [Publico.pt, 25-06-2008] | 0 comentários "Opinião Socialista" (actualização) [Lusa, 22-06-2008] | 2 comentários O sociólogo Manuel Sarmento, da Universidade do Minho, acusou hoje, no Porto, o actual Governo de abdicar de lutar por «uma política de igualdade de oportunidades na educação». Manuel Sarmento que integra a corrente Opinião Socialista criada por Manuel Alegre, participava num encontro Nova Esquerda e Educação: que Políticas?, que contou também com a participação da deputada socialista Manuela Melo. ![]() «onde o contraditório e o diálogo não são pecado» [maiahoje.pt, 17-06-2008] | 1 comentário O balanço é amplamente positivo com muita assistência. Provavelmente um dos melhores ciclos de debates, que até poderá ser irrepetível. Tivemos o Manuel Alegre em Janeiro para falar de Sistema Político. Em Fevereiro fizemos uma deslocalização a Matosinhos com Narciso Miranda, Marco António Costa e Lino Ferreira, a adesão dos cidadãos foi enorme, mais de 500 pessoas. ![]() [M.A.C., 11-06-2008] | 0 comentários O modo como interpreto o pensamento e a as palavras de Manuel Alegre, proferidas na festa do Teatro da Trindade, começa desde logo pela analogia entre o seu próprio nome e o seu modo de ser, de pensar e de estar. Dificilmente seria adepto da tristeza quem transporta consigo a alegria de viver. Dito isto, o que me é dado comentar prende-se com a vontade expressa de Manuel Alegre estar onde lhe apetece, e do seu dever de lealdade para com aqueles que votaram PS e estão desempregados e em situação precária. ![]() [08-06-2008] | 1 comentário Durante alguns dias estiveram os visitantes e membros do MIC impedidos de poderem inserir comentários ou fazer inscrições, pelo que apresentamos as nossas desculpas. Tal facto ficou-se a dever um erro na imagem de segurança.
O problema está resolvido, estando tudo a funcionar de novo normalmente. As nossas desculpas MIC ![]() Francisco Louçã defende que um candidado unificador nas Presidenciais seria «vantajoso» [IOL Portugal Diário, 08-06-2008] | 0 comentários [06-06-2008] | 0 comentários [JAS, Lusa, 06-06-2008] | 0 comentários [www.manuelalegre.com, 03-06-2008] | 0 comentários [São José Almeida, Público.pt, 03-06-2008] | 0 comentários Manuel Alegre rejeita a interpretação que a direcção do PS deu à sessão pública que se realiza hoje à noite no Teatro da Trindade, em Lisboa, e garante que a Festa para celebrar Abril e Maio não se dirige contra o Governo do PS. Prova de que o encontro não é contra o PS é o facto de que irão nele participar militantes socialistas, salienta o seu promotor Manuel Alegre, que intervirá logo à noite, depois do deputado do Bloco de Esquerda (BE) José Soeiro e da independente Isabel Allegro de Magalhães. ![]() “Nem endeusamento do privado, nem diabolização do público” [com Lusa, 01-06-2008] | 0 comentários “Há muita gente a viver mal em Portugal, em dificuldades, e a classe média está a empobrecer. É preciso encontrar soluções para isso" afirmou ontem Manuel Alegre no Porto, num debate promovido pela Corrente de Opinião Socialista, criada em Fevereiro passado por iniciativa do ex-candidato presidencial. Alegre criticou “o endeusamento do privado e a diabolização do público” a que temos vindo a assistir. O deputado considerou que é preciso “restaurar o espírito de serviço público”, afirmando que “ser funcionário público hoje é quase um acto de resistência”. ![]() |
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