![]() | Manuel Alegre:"Consenso, para quê? Para destruir a democracia?" |
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | A propósito das notícias sobre o novo partido Comunicados do MIC de Coimbra e Algarve [25-06-2009] | 0 comentários O núcleo do MIC de Coimbra emitiu um comunicado a propósito das notícias sobre a formação do novo partido, em que considera abusiva a apropriação dos valores emergentes da candidatura a Presidente da República, bem como a colagem política ao MIC. Também o núcleo do MIC do Algarve reagiu às mesmas notícias.
Veja o comunicado do MIC de Coimbra na íntegra AQUI Veja também o comunicado do MIC Algarve AQUI ![]() [Lusa, 24-06-2009] | 1 comentário [António Arnaldo Mesquita, Público.pt, 20-06-2009] | 0 comentários O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) fixou, anteontem, em 40 mil euros a indemnização a pagar pelo matutino Correio da Manhã (CM) a Manuel Alegre. Em causa notícias e artigos publicados pelo matutino, em Julho de 2006, relacionadas com a divulgação pela Caixa Geral de Aposentações da reforma de 3912,95 euros mensais atribuída a Alegre na condição de funcionário da RDP. A notícia frisava que apenas receberia um terço daquela pensão, por acumular com o vencimento de deputado. ![]() Manuel Alegre comenta imagem de “humildade” de José Sócrates [Janete Frazão, CM, 20-06-2009] | 0 comentários Manuel Alegre considerou ontem que a entrevista de José Sócrates à SIC "foi interessante", mas sobre a imagem ‘renovada’ com que o primeiro-ministro se apresentou em Carnaxide, foi categórico: "Não se muda de um dia para o outro!", disse o ex-candidato presidencial durante um evento em que apertou, com pouco à-vontade, a mão a Mário Soares, seu adversário na corrida de 2006 a Belém. ![]() [Luísa Pinto, Público.pt, 19-06-2009] | 4 comentários Vinte e oito economistas dos mais diversos quadrantes apelam ao governo que reavalie os grandes investimentos públicos e que faça um travão imediato nos projectos da área de transportes. Em causa está a construção do TGV e de novas auto-estradas, bem como o calendário para a construção do novo aeroporto de Lisboa.Os desequilíbrios estruturais que atingem a economia portuguesa, que têm vindo a piorar na última década, e que se agravaram com a actual crise económica mundial, não são compatíveis com “a insistência em investimentos públicos de baixa ou nula rentabilidade, e com fraca criação de emprego em Portugal”. ![]() [TSF, 18-06-2009] | 1 comentário Era preciso "gente diferente" [Público.pt, 17-06-2009] | 2 comentários Manuel Alegre ficou "decepcionado" com a decisão de Sócrates de nomear António Vitorino para a elaboração do programa eleitoral dos socialistas. "Fiquei decepcionado porque não é a escolha adequada, não por falta de capacidade política nem de inteligência, mas porque António Vitorino fez outras opções, empresariais, que são legítimas", mas não são políticas, afirmou Manuel Alegre ao PÚBLICO.
![]() [Paulo Miguel Madeira, Público.pt, 15-06-2009] | 0 comentários O número de pessoas empregadas nos 16 países da zona euro e nos 27 Estados-membros da UE caiu 0,8 por cento no primeiro trimestre do ano face aos últimos três meses de 2008, revelou hoje o Eurostat. Face ao primeiro trimestre de 2008, caiu 1,2 por cento quer na zona euro quer na UE.Isto significa que nesse período houve menos 1,22 milhões de pessoas com trabalho na zona euro do que entre Outubro e Dezembro de 2008, e que os 27 Estados-membros da UE sofreram uma perda de 1,916 milhões de postos de trabalho, revelou o serviço estatístico da UE, com base nas estimativas das contas nacionais e com dados ajustados do efeito da sazonalidade. ![]() [Lusa, 15-06-2009] | 1 comentário O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva exigiu hoje uma atitude “mais dura” contra os paraísos fiscais e os especuladores, ao intervir na minicimeira da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a crise do emprego.“Este momento exige das empresas, dos trabalhadores e dos governos uma atitude mais dura”, afirmou Lula perante os 183 membros da OIT. ![]() [São José Almeida, Público.pt, 14-06-2009] | 0 comentários Ainda desorientado com a dimensão da derrota, o PS divide-se entre mudar de estratégia ou manter o rumo. Directo ao abismo? [Leonete Botelho , Público.pt, 09-06-2009] | 4 comentários Ontem foi dia de reflexão no PS. A derrota tem muitas leituras e a digestão de ficar abaixo, pela primeira vez, da barreira psicológica do milhão de votos vai demorar algum tempo. Talvez por isso ainda não haja nenhuma data para reuniões partidárias de análise dos resultados eleitorais. Mas a discussão interna já começou. O PS está em grave risco, como diz Manuel Alegre, ou os resultados têm de ser relativizados face às "eleições de segunda", como defende Santos Silva? Manter o rumo é caminhar para o abismo, dizem alguns. É o PS à procura das suas novas oportunidades. ![]() Manuel Alegre sobre os resultados eleitorais: [TSF, 08-06-2009] | 4 comentários “Estas eleições indiciam um voto de protesto e uma vontade de mudança. É preciso que o Partido Socialista saiba interpretar essa vontade de mudança” afirmou Manuel Alegre à TSF esta noite. Os resultados eleitorais, que deram a vitória ao PSD e colocaram o Bloco de Esquerda ligeiramente acima do PCP, levam o deputado socialista a afirmar que "é necessário que alguma coisa mude".
![]() [João Ramos de Almeida , Público.pt, 03-06-2009] | 2 comentários Portugal tem uma sociedade civil anestesiada, os partidos estão longe do povo e as suas direcções controlam a constituição das listas eleitorais, cujo processo é o jardim secreto da política [São José Almeida, Público.pt, 03-06-2009] | 3 comentários O sistema político português está bloqueado e uma larga maioria dos cidadãos deixou de se reconhecer nos partidos políticos existentes, que funcionam de forma oligárquica e sonegaram a soberania popular, que lhes é delegada pelo voto e que deveriam representar. Este diagnóstico é a conclusão que ressalta da obra O Povo Semi-Soberano. Partidos Políticos e Recrutamento Parlamentar em Portugal, que identifica e analisa as especificidades portuguesas da crise dos sistemas políticos representativos.
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