Manuel Alegre:"Consenso, para quê? Para destruir a democracia?"
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[Agência Lusa, 31-10-2011] | 0 comentários
O ex-candidato presidencial Manuel Alegre afirmou hoje que nunca se pronunciou a favor de um sentido de voto do PS no Orçamento, apenas tendo defendido que os socialistas não deverão caucionar a política orçamental proposta pelo Governo.

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As duas centrais sindicais chegaram a acordo e vão convocar para "muito em breve" uma greve geral. A data será anunciada quarta-feira.
[JN, 19-10-2011] | 1 comentário
Esta proposta, que ainda vai ter de ser aprovada pelas estruturas dirigentes, foi anunciada por Carvalho da Silva no final da reunião com a delegação da UGT, liderada por João Proença. O líder da UGT adiantou aos jornalistas que a data da greve geral será anunciada na próxima quarta-feira.
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Manuel Alegre
O ex-candidato a Presidente da República advertiu que o PS não deverá caucionar a proposta de Orçamento do Estado para 2012.
[Lusa, 18-10-2011] | 0 comentários
"O PS não deve caucionar este Orçamento, porque esta política orçamental não se destina a emagrecer o Estado, mas sim a emagrecer as pessoas", declarou Manuel Alegre à agência Lusa.
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A SPA vai programar várias iniciativas de homenagem a José Niza
PRESIDENTE DA SUA ASSEMBLEIA GERAL DESDE 2003
[SPA, 11-10-2011] | 0 comentários
A Direcção e a Administração da Sociedade Portuguesa de Autores manifestam o seu mais profundo pesar pela morte, hoje, dia 23 de Setembro, do cooperador José Niza, presidente da mesa da Assembleia Geral da cooperativa desde Setembro de 2003, com mandatos renovados para essa função em Novembro de 2006 e em Dezembro de 2010.
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O objectivo para este ano só é alcançável com medidas extraordinárias e em 2012 dificilmente haverá medidas extraordinárias que possam camuflar o fracasso desta política
[Jorge Bateira, iOnline, 06-10-2011] | 0 comentários
A notícia de que o défice orçamental estimado pelo INE para o primeiro semestre do ano já representa, em valor absoluto, 70% do valor previsto para a totalidade do ano foi a mais importante da semana passada. Como seria de esperar, o governo, os seus parlamentares e os comentadores que têm lugar cativo no espaço nobre das televisões, todos se mostraram surpreendidos. No entanto, um mínimo de discernimento deveria ter obrigado esta gente a pedir informação específica sobre a evolução da receita e da despesa. O facto de as notícias não dizerem nada sobre a variável que nenhum governo controla – as receitas resultam do funcionamento da economia – é um indício de que a recessão está a sabotar os planos do governo. Daí o imediato anúncio de medidas extraordinárias.
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