“M!C, um espaço de debate e cidadania”
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Veja a nossa Carta Editorial

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Elísio Estanque
[Elísio Estanque, 17-12-2012] | 10 contributos
O M!C abriu o debate no site no LUGAR DA CIDADANIA com base num texto de Elísio Estanque sobre a refundação do MIC, deixe-nos a sua opinião sobre o que deve ser no seu entender o processo de revitalização do M!C.Continuação

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O desafio foi lançado –“falar” sobre os aspectos que afectam as pessoas com deficiência.
[18-04-2009] | 7 contributos
O convite surgiu através da Mãe do Arnaldo, Amigo de infância dos tempos das férias grandes e companheiro de aventuras na praia do Guincho.
Foi na festa de anos do Arnaldo, que conversamos sobre os meus actuais caminhos profissionais, amplitude do meu trabalho como técnico, como projectista e consultor. Maria José Gama por entender ser interessante esta temática, desafiou–me para um contributo como Arquitecto, associando a minha experiência em fiscalização de obras de construção civil e ao facto de em 1998 ter iniciado actividade profissional, em Acessibilidade.
Continuação

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"este sentimento tem que ser afastado da sociedade portuguesa, sob pena de mais uma conquista de Abril, a liberdade de expressão, ter sido um sonho adiado…"
[Maria do Rosário Gama, 07-03-2009] | 15 contributos
A avaliar por relatos da imprensa e pelo conhecimento de experiências próximas, a palavra “medo” começa a surgir com uma frequência que nos desgosta profundamente:Continuação

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SERÁ ILÍCITO PRATICAR A EUTANÁSIA
[Maria José Gama, 06-03-2009] | 100 contributos
Em Novembro de 2008, fui convidada a fazer uma intervenção numa Tertúlia com tema ao meu critério. Optei pela Eutanásia. Questão controversa e muito delicada devido a razões culturais e religiosas. Esta escolha deveu-se, exactamente, por tratar-se de um assunto que de há muito me preocupa e consequentemente desejar suscitar o debate no intuito de auscultar e conhecer a opinião de um grupo de excelência.Continuação

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Retomar o método de debate e acordos contra o retrocesso dos egoísmos nacionais
[22-06-2007] | 1 contributo
Após celebrar o seu 50.º Aniversário com a Declaração de Berlim, a UE tem agora a missão de concluir o processo constitucional europeu. Depois de ter alcançado a paz e a prosperidade, graças à vontade comum e ao processo comunitário, esta é uma etapa decisiva do seu percurso. Neste momento, após um período de reflexão, temos de retomar juntos a rota, porque só caminhando se avança, para consolidar e fortalecer a União como um destino partilhado, não apenas entre Estados mas também entre cidadãos. Nós, autores deste artigo, cidadãos europeus oriundos de Estados e famílias políticas diferentes, elaborámos em conjunto a proposta aprovada por ampla maioria pelo Parlamento Europeu porque partilhamos a necessidade de voltarmos a avançar unidos, agora que a França manifesta fortemente a vontade de tornar a integrar o grupo da frente.Continuação

Fonte: www.opt.min-saude.pt
[Cipriano Justo, 10-10-2006] | 25 contributos
É hoje inquestionável, mesmo para os seus adversários, a contribuição dada pelo SNS para a melhoria dos indicadores de saúde dos portugueses. Mas o Serviço Nacional de Saúde está a passar por uma fase de assinaláveis transformações. Foram encerradas maternidades e serviços de atendimento permanente, foi anunciada uma nova rede de urgências, diminuíram-se as comparticipações nos medicamentos, aumentaram-se as taxas moderadoras, está em fase de estudo a aplicação de taxas de utilização no internamento hospitalar e na cirurgia de ambulatório. Saber que medidas alternativas podiam ser adoptadas é um dos objectivos deste fórum.

Veja O homem do fraque nos hospitaisContinuação

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[Alexandre Azevedo Pinto, 10-10-2006] | 27 contributos
A supremacia da esfera económica sobre a política e sobre a democracia, condiciona as nossas vidas, limita-as e transforma-nos em mercadorias, números, rácios. É ao nível político e não do mercado que as decisões, que nos implicam, devem hoje ser tomadas.
Até que ponto a supremacia do económico sobre o político esgota e esvazia por completo o poder dos votos? Até que ponto os serviços públicos se encontram também ameaçados? Qual o papel dos Estados nacionais? E dos cidadãos?Continuação

Fonte: http://gaia.org.pt
[Manuel Correia Fernandes e Helena Roseta, 10-10-2006] | 31 contributos
O desordenamento territorial, a desertificação e o envelhecimento demográfico colocam questões de fundo que atingem a sustentabilidade do todo nacional.
Os cidadãos têm o direito, não apenas de conhecer, mas também de participar na definição clara das regras de ocupação do solo e das condições exigíveis para a sua transformação.Continuação

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Novas questões a debater no forum
O direito a envelhecer e o direito/dever a Participar
[Maria de Lurdes Quaresma, 04-12-2006] | 11 contributos
O envelhecimento como oportunidade comporta mais obrigações para a sociedade mas é também exigente para os indivíduos. Dar sentido ao direito a envelhecer leva-nos a participar mais e de forma mais reflectida na construção desse direito.É uma tarefa de todos em que os adultos mais velhos têm um papel crucial.
Continuação

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[José Emílio Viana, 10-10-2006] | 7 contributos
A água é elemento fundamental para o desenvolvimento sustentável e, por sua vez gera os seus próprios desafios de desenvolvimento.
A forma como os governos gerem estes desafios tem implicações na qualidade de vida de milhões de pessoas.
Saber qual o papel do Estado na garantia do acesso à água, quais os melhores critérios para a sua gestão, como devem ser calculadas as tarifas ou qual a participação dos cidadãos nas decisões sobre a água são questões que estão na ordem do dia.Continuação

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A propósito do 8 de Março
Apelo à criação de um Núcleo Temático do MIC
[Maria do Céu Cunha Rego, 10-10-2006] | 16 contributos
Neste mês de Março do Ano Europeu "Por uma Sociedade Justa", apelo às mulheres e aos homens do MIC para que criemos um Núcleo sobre a Igualdade de Género.

Continuação

Fonte: DN on-line
[Elísio Estanque, 09-10-2006] | 12 contributos
Os milhares que vêm hoje para a rua são a face visível da actual questão social, que exige novas soluções. Será que a resposta aos défices de produtividade é acabar de vez com o sindicalismo e tratar de pôr tudo a contratos individuais ou generalizar a precariedade e a facilidade de despedimentos em todo o lado? É isto o modelo social da Europa? Ou será antes que estes sinais devem obrigar o governo a pensar seriamente no caldo de revolta social que está gerar?
Veja Dilemas da acção colectiva - a manifestação do dia 12 de Outubro Continuação
info@micportugal.org